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domingo, 6 de março de 2011

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As histórias de amor são intrigantes sempre.
As discussões de relações nos filmes hollywoodianos tem hoje um grande espaço tendo sempre um grande público que se identifica com elas.
As minhas nunca foram óbvias, aliás detesto histórias de amor óbvias... mas suas formas de término sempre o são. (folga para as risadas).

Encontrar-se com alguém por via redes sociais sem querer, viajar para conhecer, fazer planos, construir um vocabulário juntos, escutar músicas não tão comuns, falar sobre assuntos não tão comuns...

Lembro-me de uma canção com a qual transaríamos e nunca o fizemos.

Lembro-me ainda de dançar Alan Parsons juntos no escuro do quarto... um pedido online que se transportou para o real.

O calor da pele, os sorrisos francos, as séries de tv, as fotos de enlace... tudo tão real.

Interessante com as pessoas tornam-se desinteressantes para outras com o tempo.

Será a velocidade dos relacionamentos?

A falta de paciência para com a história do outro ou com a sua própria?

Ou tudo que é sólido desmancha no ar?

O sentimento de perda é Hour Concour, pro-forma ou Status Quo para essas situações?

Acho que nunca saberemos como nos comportarmos nessas situações, por mais que a vida pareça insistir em nos preparar para as tais.

O que nos resta é a ignorância para com  o outro, pois "não saber" parece-nos palavra de ordem para continuar.

Que venha o futuro e suas surpresas.

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