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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Vastas emoções e pensamentos imperfeitos, Thom Yorke e o medo da crítica especializada



Sempre gostei desse título do livro do Ruben Fonseca, mas nem é dele que quero falar agora.
9 da manhã de sábado. Acordo vendo Scooby Doo.
Tenho a sorte de em um momento de transição ser tão amada e ter o "King of the Limbs" do Radiohead lançado.
Interessante ver como o Thom Yorke não tem medo de ser ele mesmo, de pesquisar, inovar e fazer música do jeito que sabe. Nada mais.
A crítica especializada, a procura de novos nomes para dizer que nada mais é bom do que os tais, e ele aparece com algo que nínguém entende, faz cara de ué e é tão gostoso de ouvir e sentir. Outras bandas perderam o tino, a crítica deseja o mesmo do cara. Uma pena não aproveitar o que é bom e relaxar. É o que deveríamos fazer sempre, acho eu.
Ele é feio, estranho e expõe-se a um close dançando. Corajoso.
O disco tem 8 faixas, breve e certo do que diz, diferentemente do Hail to the thief, do qual acho que só cantou There, there no Brasil.
O disco me empolga durante a última semana de fevereiro.
A casa está vazia, todos fora e estou na sobra de um etílico de sexta-feira. A cabeça não dói, ainda bem.

Aproveitar o que é bom. Sou cética, mas não desorientada o suficiente para não entender.

A manhã já arde ensolarada e há muito o que fazer.
A coragem virá no decorrer do dia, por enquanto ainda não.

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