Seguidores

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Enquanto o tempo não passa

Nessa narrativa de 1996, o autor maranhense Josué Montello nos fala de como nos posicionamos como herói ou vítima na nossa história. Ele falava da dele, e óbvio, nos espelhamos na nossa enquanto ele disserta sobre si.

Sempre me coloquei como heroína, para não olhar para trás e me contentar com o que houve, me encostar no hoje e esperar o amanhã. Ta aí, esperar... algo em que não sou nada boa.

Não se trata de imediatismo e sim de objetividade, de decisão.

Quando quero algo, caminho ao seu encontro cegamente com o passar dos dias, para que o objetivo não se perca entre tantas atribulações, sugeridas pelo cotidiano.

O único traço disso tudo que não podemos modificar é a atuação alheia dentro dos nossos objetivos. Eles se desenham como desejam, e as vezes, temos que esperar para ver onde tudo vai dar, mesmo fazendo a nossa parte.

Ainda temos que contar com a mudança de planos alheia, já que não sabemos tudo o que se passa na cabeça das pessoas.

Enquanto o tempo não passa, fico com as minhas certezas, em busca de oportunidades para mostrar e dizer o que desejo quando me for dada a chance.

Quanto aos demais envolvidos... isso só eles poderão me dizer.




Nenhum comentário: