Nessa narrativa de 1996, o autor maranhense Josué Montello nos fala de como nos posicionamos como herói ou vítima na nossa história. Ele falava da dele, e óbvio, nos espelhamos na nossa enquanto ele disserta sobre si.
Sempre me coloquei como heroína, para não olhar para trás e me contentar com o que houve, me encostar no hoje e esperar o amanhã. Ta aí, esperar... algo em que não sou nada boa.
Não se trata de imediatismo e sim de objetividade, de decisão.
Quando quero algo, caminho ao seu encontro cegamente com o passar dos dias, para que o objetivo não se perca entre tantas atribulações, sugeridas pelo cotidiano.
O único traço disso tudo que não podemos modificar é a atuação alheia dentro dos nossos objetivos. Eles se desenham como desejam, e as vezes, temos que esperar para ver onde tudo vai dar, mesmo fazendo a nossa parte.
Ainda temos que contar com a mudança de planos alheia, já que não sabemos tudo o que se passa na cabeça das pessoas.
Enquanto o tempo não passa, fico com as minhas certezas, em busca de oportunidades para mostrar e dizer o que desejo quando me for dada a chance.
Quanto aos demais envolvidos... isso só eles poderão me dizer.

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