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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Saber tantas coisas

Quem nunca quis saber onde algo vai dar, saber para causar boa impressão, ou saber para agregar valor a si mesmo?
A primeira condição é a mais questionável, pois nunca dependerá apenas de si. Pode-se desejar algo, ser bonachão o suficiente e trabalhar para que os planos não saiam do eixo, mas nunca se está sozinho em qualquer situação. Vivemos em sociedade. Seja no trabalho, com o partner, família, ou amigos... tsc tsc, ledo engano. Quando tudo parece estar bem e vc cheio das boas intenções, algo mostra-se fora dos seus planos. No restante também... feliz ou infelizmente.
Feliz porque aprendemos com o imprevisível, infeliz porque nem sempre os resultados nos agradam.
Mas o conhecimento, o tal saber em si é contagiante. Saber nunca é demais. Literatura, tecnologia, artes, cinema, ficção científica, entre outros nos alimentam todos os dias nos tornando mais que sociáveis, seres pensantes.
Mas a pergunta que não quer calar: - A avidez por conhecimento torna o dia a dia mais facil? - Folgo em dizer que  não. Quanto mais sabemos, mas enxergamos as impossibilidades, o quão raso o ser humano pode ser ou o quanto podemos ser incompreendidos por saber.
Saber nunca é demais? Difícil dizer.

Um comentário:

budasolitario disse...

Tem um provérbio, se bem me lembro a origem, ele é Árabe e diz:

Estude como se fosse viver eternamente e viva como se fosse morrer amanhã...

Existir é facil, viver é dificil, conviver é basico, situar-se é um pouco mais dificil, ter controle sobre algumas coisas pode até dar certo quando se tem as duas mãos em um volante, ou quando entra-se no trem com destino a estação de costume.
Tem um misterio que nos ronda, essa coisa de não sabermos se fizemos a escolha certa, se vamos realmente daqui a 3 anos estar casados ou até mesmo se o final do mundo acontecerá nesse ano de 2012.

Não precisamos saber o suficiente, precisamos apenas saber que o cérebro é um enorme buraco negro dentro de nossas mentes, devora todas as informações que absorvemos sem ter limite, então, saber é demais?