Você foi a melhor coisa que me aconteceu em 2010.
Não falarei mais sobre esse ano, mas você marcou, justamente em um momento em que nada parecia poder marcar.
Mudança de lar, de trabalho, o amor distante e a falta de chão e 13 salário.
Foi aí que resolvi presentear meu amor e meu irmão com o seu livro.
Sou sua pseudo fã há muito tempo, mas a velocidade das coisas não me permitiu te investigar melhor.
Sim, roubei o livro do meu irmão e mergulhei no seu universo.
Ah mulher, como você me fez e faz feliz hoje e tenho honra de ser mulher por pessoas como você.
Não sei bem ainda se gostaria de ter vivido a sua época (anos 60/70), onde respirar arte era vital e era um alimento para quase tudo, mas sinto falta dessa pureza hoje. Me sinto até uma tonta dizendo isso.
Em um mundo onde só existem organizações para lucro, faculdades formando pensamentos mercenários, mulheres fruta e celebridades instantâneas (ou seja, sem conteúdo algum) eu me sinto uma tonta em sonhar.
A poesia, a arte, a literatura e o rock foram tantas vezes o seu alimento, e eu aqui me preocupando em me projetar mercaológicamente.
Outros tempos, que pena.
A pureza do seu amor pelo Robert e tudo o que atravessou seu caminho... nada a fez embrutecer.
Obrigada Patti.

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